quarta-feira, 26 de março de 2014

www.estudosdabiblia.net/2004320.htm

Como devo estudar a Bíblia?
“Se você não sabe para onde está indo, como saberá quando chegar?”
Essa frase realça muito bem a necessidade de planejamento em qualquer campo de atividade. É o caso, sobretudo, na área do estudo da Bíblia. O conhecimento das Escrituras não decorre de uma leitura bíblica esporádica e eventual. Brota de um esforço dedicado e planejado. Você pode conhecer as Escrituras, mas tem que se esforçar. Há muitos fatores em jogo no estudo eficaz da Bíblia. Neste artigo, trataremos resumidamente de alguns deles. Oro, pedindo a Deus que você perceba que, para ser um cristão fiel, primeiro você precisa ser um estudante aplicado da Bíblia.
Œ Creia que a Bíblia pode ser entendida. Os homens que registraram a Bíblia sem dúvida achavam estar escrevendo para que as pessoas pudessem entender (Lucas 1:1-4; Efésios 3:3-4; 1 João 5:13). Você está começando a estudar um livro escrito pelo seu Criador. Se há alguém que possa se comunicar com você, esse alguém é Deus.
 Seja comprometido. O estudo bíblico bem-sucedido sempre começa com um comprometimento. Para entender a palavra de Deus, você deve verdadeiramente desejar os seus ensinamentos (João 7:17). Isso significa uma determinação infalível com o estudo da Bíblia. Querer estudar é tão importante quanto o próprio estudo em si. Muitas pessoas lêem a Bíblia; poucas a estudam.
Ž Prepare-se para o estudo da Bíblia. Em muitos aspectos, o estudo eficaz da Bíblia se assemelha ao estudo eficaz de qualquer outro livro. Devemos estudá-lo de modo lógico e sistemático. Os bons estudiosos da Bíblia planejam o que vão estudar, tendo tempo e lugar fixos para estudar. Estabelecem alvos específicos e decidem quanto tempo gastarão nesse ou naquele livro ou assunto e o que esperam realizar em determinado estudo. O estabelecimento de alvos é muito importante. O preparo também implica o elemento adicional da oração, pedindo a sabedoria do alto (Tiago 1:5). Peça a ajuda de Deus em seu estudo. Ele o ajudará se realmente desejar saber e cumprir a sua vontade.
 Termine o que começou. Uma vez que você tenha-se preparado para estudar e já estabeleceu os seus alvos, vá até o fim no seu plano. Entenda que você está realizando um projeto que terá implicações para toda a vida. O bom conhecimento bíblico não se adquire em poucas semanas ou meses. As pessoas que são “fortes nas Escrituras” gastaram anos no estudo bíblico aplicado e acompanhado por oração.
 Busque ajuda em seu estudo. Os bons alunos da Bíblia buscam a contribuição de outras pessoas, principalmente no começo e no caso de livros ou temas mais difíceis. Os irmãos em Cristo estão sempre dispostos a ajudar os outros irmãos a ter um conhecimento melhor da verdade. Há também bons recursos básicos para o estudo bíblico que serão úteis por toda a vida. As concordâncias, os dicionários da Bíblia, as introduções aos livros da Bíblia e os atlas bíblicos são todos bastante úteis. Esteja disposto a investir neles. Você não se arrependerá.
 Ponha em prática o que aprender. Talvez o elemento mais importante do estudo bíblico bem-sucedido é o anseio de colocar em prática o que se aprende. Você não aprende devidamente as Escrituras enquanto você não se comprometer a fazer tudo o que elas dizem. É inútil estudar a Bíblia só pelo conhecimento bíblico em si. O estudo da Bíblia com o objetivo de transformar a vida é a busca mais valiosa que o homem conhece. Tenha a coragem de mudar a sua vida para ser padronizada pela vontade de Deus. Então, você realmente será um bom estudioso da Bíblia.
-por Steve Patton

domingo, 29 de abril de 2012

Pregação de Edvaldo - " DEIXANDO DEUS CONTROLAR SEU DIA"

DEIXANDO DEUS CONTROLAR SEU DIA

Introdução: Um dia é bom ou ruim para as pessoas conforme as circunstâncias que elas viveram aquele dia. Se você perguntar para um vendedor como foi seu dia, se ele atingiu as metas, ele vai dizer que seu dia foi bom, se ultrapassou as metas, foi excelente. Se perguntar para cada pessoa em diversas áreas, as respostas serão diversas. Para um evangelista seu dia vai ser considerado bom se sua agenda de estudos bíblicos estiver cheia, e assim por diante. Mas como foi seu dia? Em que você se baseia para dizer que teve um dia bom, ruim ou mais ou menos e quem sabe de vez em quando dizer que foi excelente, maravilhoso, esplêndido?

Somos humanos e dependemos de circunstâncias, mesa farta, subcesso no trabalho, família estável, etc. para que cheguemos à conclusão de que nosso dia foi bom ou ruim. Às vezes achamos nosso dia ruim porque nossos objetivos não foram alcançados, nossos filhos deixaram de fazer o que mandamos ou pedimos, etc. mas quando observamos a vida de Jesus, ele aceitou a sua porção para um determinado dia difícil de engolir.
Na sua jornada com Cristo como está sendo seu dia?

ÀS VEZES COMO OS DISCÍPULOS QUEREMOS CONTROLAR A AGENDA DE JESUS (MARCOS 1.35-39)

Às vezes como os discípulos esquecemos a nossa agenda e queremos controlar a agenda de Jesus e ditar as regras, quando isso acontece e as coisas não funcionam, nossa conclusão é: meu dia foi mais ou menos. O dia anterior a este momento na vida de Jesus havia sido cheio de trabalho, é o que nós chamaríamos de um dia estressante, muitas atividades (cura de um endemoninhado, cura da sogra de Pedro e muitas outras curas (Marco 1.32-34). No outro dia havia muitas pessoas para atender, mas o médico foi procurado, mas não foi encontrado. Ele se retirara para ter tempo a sós com seu Deus, estava sozinho no deserto, talvez buscando orientação para mais um dia cheio de tarefas.

Os discípulos depois de muito esforço o encontraram e queriam controlar seu dia “mestre todos te buscam” ou talvez as pessoas com suas necessidades queriam controlá-lo. Parece que aquele momento a sós com Deus deu a ele discernimento da sua missão, ele não perdeu o foco da sua vinda ao mundo “vamos a outros lugares, às nações vizinhas, a fim de que eu pregue também ali, pois para isso é que eu vim”. Não deixe que o urgente ocupe o lugar daquilo que realmente é importante. Controle sua agenda ou sua agenda controlará você.

Será que Jesus é insensível e não se preocupa com as necessidades das pessoas? Ele é sensível sim às necessidades dos outros sim, só não permitirá que as pessoas o controlem, porque o ser humano pensa somente em si, enquanto ele está pensando na humanidade, naquilo que é mais importante. O ser humano está interessado em encontrar a cura para enfermidade física enquanto ele está pensando enfermidade espiritual, pois esta afasta o homem de Deus, “pois para isso é que eu vim”. Ele veio para aproximar o homem de Deus e não permitirá que ninguém mude seu propósito, pois Ele tinha consciência da sua Missão. Na presença do Pai seu dia será bom e direcionado por Ele.

ÀS VEZES COMO TOMÉ VOCÊ QUER PROVAS (JOÃO 20.24-29

Jesus já havia ressuscitado, mas Tomé não estava presente quando Jesus apareceu aos outros. Quando lhe contaram a boa nova, ele foi categórico: “Seu eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o meu dedo, e não puser a minha mão no seu lado, de modo algum acreditarei”.

Em muitas ocasiões nós agimos da mesma forma que Tomé, queremos provas do cuidado do Nosso Senhor para definir se nosso dia foi bom ou não, e esquecemos que ele já disse que estaria conosco “todos os dias até a consumação do século”, como ele havia prometido pra Tomé “é necessário que o Filho do homem sofra muitas coisas...seja morto, e no terceiro dia ressuscitará”.

Às vezes queremos provas do cuidado dele, do seu poder, da sua bondade, do seu amor e esquecemos que ele já provou o seu amor por nós, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5.8).

Tomé teve que esperar oito dias para uma resposta e talvez já tivesse até esquecido da sua tentativa de submeter Deus à sua crença baseada naquilo que vê, tento imaginar Jesus saudando todos os presentes “Paz seja convosco” e indo diretamente a Tomé sem perguntar absolutamente nada e indo direto ao assunto: “Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente”.  A crença que tenta controlar e manipular Deus não é crença. Uma crença que tenta submeter Deus às sua próprias exigências não é crença. Precisamos crer em Deus pelo que ele já fez por nós e não pelo que Ele vai fazer.

Se ele já disse que estará com você todos os dias até a consumação do século, não importa como será o seu dia, ele estará sempre presente, e estando presente seu dia será sempre bom. Pare de duvidar e creia! Porque feliz é aquele que não vê e mesmo assim crê em Jesus, em Deus.

Todas as vezes que tentarmos controlar Deus ou manipulá-lo com nossas exigências seremos frustrados em nossas realizações e ainda que tenhamos um certo prazer e alegria vai durar pouco, porque alegria e prazer completo só em Jesus. Você crê nisso? Então deixe que Deus controle sua vida e pare de exigir provas do seu amor, do seu cuidado, do seu poder, pois no dia mais difícil da vida de Jesus, ele disse: “faça-se a tua vontade”. Seu dia será sempre bom quando compreender que Deus está presente em todos os momentos, as circunstâncias podem mudar, mas Deus não, ele sempre estará presente e isso faz do nosso dia algo muito bom, pois se há lutas, ele passará conosco. "Estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos!"

ÀS VEZES COMO OS DISCÍPULOS JOÃO E TIAGO VOCÊ TEM A MELHOR SOLUÇÃO (LUCAS 9.54-55)  

      Os samaritanos não se davam com os judeus (João 4.9) e isso fazia com que ambos esquecem de pedir orientação a Deus em suas decisões. De um lado estão os samaritanos com uma solução baseada na intriga, desavença, etc. do outro estão os discípulos, “judeus puros”, tomando uma decisão baseada também no racismo, desavença, intriga, etc. e ambos estão longe de Deus e os que estão mais próximos ainda tentam dizer que a melhor solução é o extermínio dessa raça de samaritanos. 

     Às vezes como João e Tiago temos a melhor solução para resolver qualquer questão ainda que isso fira os nossos princípios e oferecemos solução baseado em preconceito racial, posição social, etc.  com paciência Jesus vai mostrar que a nossa maneira de solucionar as coisas nos faz esquecer quem somos “Vós não sabeis de que espírito sois”. E dizer o que tem que fazer, ou agir em nome de Deus baseado em nosso próprio conceito só revela o quanto estamos longe de Deus e do seu ideal.

Jamais teremos dias bons e felizes se não envolvermos Deus em cada momento de nossa vida, pois sempre vamos chegar a conclusão que um dia será bom ou ruim pelas circunstâncias, mas quando envolvemos Deus em cada momento e cremos que está presente a todo instante, não vamos querer controlá-lo e sim nos submeter a Ele, compreendendo que tudo o que Deus faz é bom porque sempre estará presente em nossa vida. 

TUDO QUE DEUS FAZ É BOM!
Era uma vez um rei gostava muito de caçar. Dentre seus amigos que levava às caçadas, havia um que era muito piedoso e temente a Deus estava sempre entregando sua vida aos cuidados de Deus (ao contrário do monarca, que não se detinha nas questões da fé e procurava sempre controlar sua vida e a de outros).
Sempre que o rei conseguia abater um animal, aquele sujeito gritava: - Aleeeluuuuia! Tudo que Deus faz é bom!  E o rei se envaidecia destas palavras.

Um dia, quando o rei disparou sua arma de caça, o tiro saiu pela culatra, arrancando-lhe o dedão da mão direita.  Quando voltavam para casa, carregando o rei numa maca, o sujeito disse: - É... Tudo que Deus faz é bom! O rei ficou furioso, mandou prendê-lo num calabouço e jogar a chave fora. 
Passado o trauma inicial do acidente, o rei e os seus demais amigos voltaram a caçar. Numa destas viagens, o grupo caiu nas mãos de uma tribo de canibais e, um a um, eles foram sendo devorados pelos selvagens.

O rei ficou por o último. Mas, quando chegou a sua hora, ao vir examiná-lo, o sacerdote dos canibais percebeu que lhe faltava o dedão da mão direita, desqualificou-o como oferenda e ordenou que o libertassem.

Ao voltar para seu reino, o rei mandou soltar seu amigo e contou-lhe toda a história. - Eu lhe disse, meu rei, tudo o que Deus faz é bom! Se o senhor não tivesse perdido o dedão naquele dia, estaria morto a esta hora.
O rei se desculpou com seu amigo, por ter-lhe mandado prender. E fez-lhe uma pergunta: - Meu amigo, eu ainda tenho uma questão não resolvida em meu coração. Se tudo o que Deus faz é bom, porque Ele permitiu que eu mandasse lhe prender? Porque permitiu que você, injustamente,  ficasse dois anos atrás de uma grade? - Ah, meu rei, tudo o que Deus faz é muito bom, pois, se eu não estivesse aqui preso, estaria agora na barriga dos canibais.

Coloque Deus na direção de sua vida e você verá com seus próprios olhos que seu dia sempre será bom, "porque todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus , daqueles que são chamados segundo o seu propósito"

Ótimos dias pra você com Deus sempre presente!

Edvaldo 




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O Livro de Malaquias - Autor - Jaenick José Magalhães


Introdução

O profeta Malaquias anunciou as mensagens de Deus ao povo de Judá, depois de haver sido reconstruído o templo de Jerusalém. O povo não estava obedecendo às leis de Deus, e era necessário que abandonassem os seus pecados e as suas maldades, Malaquias falou contra os sacerdotes, pois eles não estavam cumprindo os seus deveres de apresentar sacrifícios e ofertas que agradassem a Deus. Ele anunciou que o Deus eterno viria purificar o seu povo, mais antes daquele dia enviaria o seu mensageiro para preparar o caminho. Aqueles que se arrependessem e voltassem para Deus seria novamente o Seu povo.

I-       PARA QUE FOI ESCRITO ESTE LIVRO?

Para os judeus que voltaram do Exílio

II-    Gênero Literário:

Que tipo de literatura é Malaquias
1.     Profético-(Profecias Messiânicas)
2.    Prosa

III-  POR QUEM FOI ESCRITO (AUTOR)?

A.   O nome Malaquias que aparece na introdução é derivado do hebraico Mal’ãki - Malachi, que significa “O meu Mensageiro” ou “Mensageiro do Senhor”.
B.    Pode ser o Nome próprio do Profeta
C.    Pode ser o titulo daquele a quem Deus confia um ministério Profético.
D.   A questão, no entanto, permanece incerta, é muito provável que Malaquias seja realmente o nome do autor.                                                                                                                                                          

IV-    MOMENTO HISTÓRICO

A.   Incentivado pelas atividades proféticas de Ageu e de Zacarias.
B.    Os exilados estão voltando sob a liderança de seu governador
C.    Acabou a construção do templo em 516 A. C.
D.   Em 458 A.C. a comunidade foi reforçada pela chegada do sacerdote Esdras e de mais alguns milhares de Judeus.
E.    Treze anos depois 445, o mesmo rei persa permitiu que seu copeiro, Neemias voltasse a Jerusalém para a reedificação dos muros.
F.    Em 433 A.C. Neemias volta ao serviço de rei persa, e, durante a ausência de Neemias os judeus voltam a cair em pecado.
G.   Neemias volta a Jerusalém e descobre a violação dos Dízimos, do sábado e do casamento.
H.   O texto deve ter acontecido depois que foram retomadas regularmente as cerimônias do Culto no templo de Jerusalém após a sua reconstrução.
I.    O Livro é o ultimo dos doze que forma o grupo dos profetas menores.
J.   O livro encerra o bloco da literatura profética da Bíblia.
K.    O livro é o Ponto final do Antigo testamento.

V-      QUAL A DATA DO TEXTO?

A.   Pela semelhança entre o pecado enfrentado por Neemias e Malaquias, podemos crer que os dois fossem da mesma época.
1.     A fraude moral dos levitas.(Ne 13.4-9)
2.    Descuido dos Dízimos, prejudicando os levitas.(Ne 13.10-13)
3.    Casamentos com mulheres estrangeiras (Ne 13.23-28)
B.    Talvez Malaquias tenha escrito depois da volta de neemias para a Pérsia.
C.    Uma das datas aproximadas é entre 450 – 330 A.C.
D.   Uma estimativa justa seria cerca de 435 A.C. 
E.    Mesmo os críticos racionalistas, na maior parte, não tem objeções contra esta data, embora que alguns poucos como Pfeiffer, Prefiram uma data mais recuada, cerca de 460 A.C.

VI-    PORQUE ESTE LIVRO FOI ESCRITO?

A.   Porque o povo estava profanando a aliança nos seus relacionamentos conjugais, Sociais e econômicos.
B.    Porque o povo estava duvidando do amor de Deus.
C.    Já não confiavam em sua justiça.(2.17)
D.   Os judeus começaram a perder a esperança no messias com majestade e poder
E.    Não levavam a sério a lei
F.    O culto deles degenerou em desanimo.
G.   Malaquias é chamado uma “advertência”

VII- O tema do livro de Malaquias

“Advertência”

VIII-    Estrutura de Malaquias.

O livro de Malaquias tem Duas grandes Seções
1.     Os pecados do povo e dos Sacerdotes (1.1-2.16)
2.    O Deus que castiga e que salva (2.17-4.6)

IX-   Malaquias e o Novo Testamento

A.   O profeta “Elias” (4.5).
B.    João Batista ministrou no espírito de “Elias” (Lc. 1.11-17).
C.    A vinda de Jesus. (3.1)


X-      OBJETIVO DO LIVRO DE MALAQUIAS

A.   Mostrar ao povo a importância e a autoridade da Lei na reconstrução da nação.
B.    Advertir o povo e os sacerdotes de seus pecados.
C.    Chamar os pecadores Obediência
D.   Confortar os que não perderam a esperança e a em Deus


ESBOÇO

I. Os Pecados do Povo e dos Sacerdotes (1.1-2.16) Advertência
1.     O amor do Senhor por Jacó (1.1-5)
2.    O Senhor repreende os Sacerdotes  (1.6-2.9)
3.    Condenação do repúdio da própria esposa e do matrimônio com estrangeiras (2.10-16).
II. O Deus que castiga e que salva (2.17-4.6) Consolo
4.    O dia do juízo se aproxima (2.17-3.5)
5.    O pagamento dos dízimos (3.6-12)
6.    O justo e o Mau (3.13-18)
7.    O advento do Dia do Senhor (4.1-6)


LIÇÕES PARA HOJE

  1. Nós somos os Malaquias da volta de Jesus.
  2. Devemos buscar uma vida Santa diante do Senhor
  3. Deus Já advertiu o povo de Israel contra o pecado, a advertência vale para nós.
  4. Devemos viver como a nação de Deus.
  5. Veja o amor de Deus dando oportunidade para arrependimento.

BIBLIOGRAFIA

Bíblia ARA de Estudo
Bíblia NVI de Estudo
Bíblia Viva
J. D. Douglas, Comentário da Bíblia, terceiro edição 1995, São Paulo, Editora vida nova.
J. D. Douglas, o novo dicionário da Bíblia, segunda edição 1995, São Paulo, Editora vida nova.
L. Archer, Gleoson Jr. Merece confiança o Antigo testamento? Editora vida nova Quarta edição em português 1986, São Paulo.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Dia da Biblia em Cuiabá

Uma Parte da nossa equipe

João Carlos oferecendo Cursos

José Carlos oferecendo Cursos

Muitas Pessoas gostaram da iniciativa.

Doação de Bíblias 

Contamos  de mais de 12 irmãos

Ester falando sobre os estudos bíblicos

foram distribuídos 500 cursos, 1500 panfletos e 1caixa de bíblias 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Hermenêutica - José Luiz


REGRAS DE INTERPRETAÇÃO

I.    REGRA FUNDAMENTAL DA HERMENÊUTICA: A Bíblia interpreta a própria Bíblia.
II.    REGRA do quem fala? ,o que fala? e para quem fala?
·         Exemplo : Jó 42:7-8 Amigos de Jó falaram o que não agrada a Deus.
·         Quem fala? : veja  Mt 4:6
·         O que fala? : veja Sl 137:8-9 e Jo 6:53-54 (base para transubstanciação?)
·         A quem fala? : Há hipérboles em muitos textos veja Mt 21:21 e Jo 14:12
III.    REGRA  DOS TESTAMENTOS: O Novo Testamento interpreta o Antigo.
·         O antigo pode elucidar pontos do Novo, mas nunca interpretá-lo.
·         O Novo Testamento é o padrão aferidor, a norma (Hb 1:1-2)
IV.    REGRA  DAS EPÍSTOLAS: AS EPÍSTOLAS INTERPRETAM OS EVANGELHOS
·         As epístolas são sistemáticas e os evangelhos, esparsos.
V.    REGRA DAS PASSAGENS SISTEMÁTICAS:
·         Como Gálatas e Romanos, por exemplo, interpretam as incidentais. O que está exposto é explicito e o que é abordado de passagem é ocasional.
VI.    REGRA DAS PASSAGENS UNIVERSAIS: Passagens universais interpretam as locais
·         O maior prevalece sobre o menor. O geral, sobre o particular.Ex: Jesus nasceu de uma virgem, mas este é um particular, não é maneira geral de Deus agir.
VII.    REGRA DAS PASSAGENS Didáticas: Passagens didáticas interpretam as simbólicas
·         Uma passagem didática é um ensino claro. Uma passagem simbólica depende de interpretação do símbolo.
VIII.    REGRA DA DOUTRINA BEM FUNDAMENTADA: Nenhuma doutrina pode ser firmada com base em uma só passagem.
·         O versículo pode ser incidental, a referência pode ser escassa. Ex: Batismo pelos mortos em Uma passagem didática é um ensino claro. Uma passagem 1Co 15:29.
IX.    REGRA DA INFERÊNCIA:Um fato se deduz razoavelmente de Outro.
·         Jesus mostrou aos saduceus a possibilidade da ressurreição. (veja Mt 22:30-32) Vários exemplos: Batismo em Atos 2,

sábado, 3 de dezembro de 2011

Definição de Bibliologia

Bibliologia Bíblica

Antônio Gilberto temos:

•“Bibliologia é parte da Teologia Bíblica e da Teologia Histórica. Nos estudos superiores ela é chamada Isagoge, termo grego que significa conduzir para dentro, porque tal estudo conduz o estudante para o interior do campo infinito das Santas Escrituras. Destarte, Bibliologia é o estudo dos assuntos introdutórios à Bíblia. Ela auxilia poderosamente o estudante na compreensão da Bíblia, e é indispensável à qualquer área da Teologia, auxiliando na elucidação dos inumeráveis fatos bíblicos.”

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A Biblia


Como a Bíblia chegou até nós


Os 66 livros da Bíblia terminaram de ser redigidos no fim do Século I A.D. A questão que esta lição vai responder de modo rápido é: Como a Bíblia chegou até nós? Como ela atravessou os séculos até chegar ao nosso tempo, o Século XXI? O quadro abaixo contrasta dois processos de formação da Bíblia: o primeiro coordenado diretamente por Deus, o segundo, coordenado por Deus indiretamente, por meio de sua Providência Soberana.

O PROCESSO ESPIRITUAL
Deus é aquele que iniciou o processo de revelação bíblica. Ele inspirou os profetas (2Pedro 1.20-21) que produziram as Escrituras (2Timóteo 3.16-17).
O processo é vividamente descrito em Apocalipse 1.1-3 com a seguinte seqüência: Deus   Jesus    Anjo     João (apóstolo)    Livro     Igrejas.
Os cristãos herdaram o Velho Testamento dos judeus, pois foi a eles que Deus confiou seus oráculos (Romanos 3.2). O Novo Testamento foi redigido por apóstolos ou por pessoas ligadas ao círculo apostólico e, assim, a Bíblia com seus dois Testamentos estava completa.

O PROCESSO HUMANO
A história da compilação do Novo Testamento segue as seguintes etapas:

  1. CIRCULAÇÃO DOS LIVROS DO NOVO TESTAMENTO

Os livros do Novo Testamento, assim que recebidos pelas igrejas, começaram a ser lidos publicamente (1Ts 5.27; Cl 4.16). De fato, a ordem para que estes livros fossem circulados entre as igrejas já estava incluída em alguns livros (Cl 4.16).
Muitos livros têm destinatários que indicam que o documento circularia entre várias localidades (Ap 1-3; 1Pe 1.1-2). Associada a esta ordem de leitura pública, percebe-se que as igrejas começaram a copiar os livros para formar coleções dos livros apostólicos.
Pedro, que não foi destinatário de nenhuma carta de Paulo, conhecia todas as cartas dele (2Pe 3.14-16).

  1. RECONHECIMENTO DO CÂNON DO NOVO TESTAMENTO

Já no tempo do Novo Testamento, os livros foram reconhecidos como inspirados e dignos de obediência (1Co 14.37).
Já no Primeiro Século, um escritor cristão que morava em Roma chamado Clemente, escreveu uma carta a qual ele menciona vários livros do Novo Testamento. Até o ano 150 AD, quase todos os livros do Novo Testamento já eram amplamente conhecidos
e usados pela igreja antiga. No Século IV, com o fim das perseguições contra a igreja, os 27 livros do Novo Testamento já são reconhecidos e usados pela igreja em toda parte.
O processo de reconhecimento do chamado “cânon” do Novo Testamento não foi feito por uma igreja ou por concílios ou papas, mas pela igreja como um todo, que reconhecia a apostolicidade, antiguidade e inspiração divina dos nossos 27 livros do Novo Testamento.
Deus deixou o reconhecimento destes livros a cargo dos cristãos, mas também podemos testemunhar a Providência Divina protegendo estes livros e ajudando os cristãos a diferenciá-los dos livros comuns ou dos livros espúrios.

  1. TRANSMISSÃO E PRESERVAÇÃO DOS LIVROS DA BÍBLIA

Desde sua redação até o ano de 1452 a Bíblia foi preservada em cópias feitas a mão, ou seja, cópias manuscritas. No ano de 1452 Gutemberg imprimiu o primeiro livro, uma versão latina da Bíblia. Antes disto, o texto do Velho Testamento foi preservado em hebraico pelos judeus e o texto grego do Novo Testamento foi copiado e preservado pelas igrejas de todo o mundo. Apesar deste processo depender da qualidade das cópias manuscritas, as descobertas de manuscritos bíblicos muito antigos tem demonstrado que o texto bíblico tanto do Velho como do Novo Testamento tem sido muito bem preservados. As edições modernas da Bíblia baseiam-se em textos que comparam muitos manuscritos de altíssima qualidade para se obter o texto mais próximo dos originais.
As primeiras edições impressas da Bíblia hebraica foram: a edição de Soncino (1494), a Poliglota Complutense (1514- 17) e a Bíblia Rabínica de Jacob ben Hayyim (1524-25). No caso do Novo Testamento, Desidério Erasmo, publicou em 1516 o  primeiro Novo Testamento impresso em grego.

  1. TRADUÇÃO DOS LIVROS DA BÍBLIA

A Bíblia da igreja antiga era composta pela tradução do Velho Testamento para o Grego, a Septuaginta, e o Novo Testamento, todo redigido em grego. Porém, logo foi necessário traduzir o texto para outras línguas, onde o evangelho estava sendo pregado. Traduções para o latim, copta, siríaco, etíope e outras línguas antigas logo surgiram. Contudo, durante a Idade Média, no cristianismo europeu, o uso predominante do latim a ponto de muitos, ainda hoje, imaginarem que a Bíblia tivesse sido escrita nesta língua. Com o advento da Reforma Protestante e também do Renascimento, a busca da mensagem da Bíblia nas
línguas originais gerou novas traduções para os idiomas modernos. A versão de João Ferreira de Almeida, feita na Indonésia entre 1670 e 1753. Na verdade, Almeida publicou sua tradução do Novo Testamento em 1681, mas morreu antes de terminar a tradução do Velho Testamento. Seus colegas terminaram sua obra que foi publicada por completo em 1753. Atualmente, temos no Brasil várias versões de ótima qualidade: Almeida Revista e Atualizada (2ª Edição); Nova Versão Internacional; Nova Tradução na Linguagem de Hoje.


A BÍBLIA É ÚNICA:
A BÍBLIA: Divina, Única, Viva, Completa, Verbal, Inspirada e Transforma.
Escrita em: Pedra, Barro, Papiro, Couro, Cacos de Louça e Linho.
NOMES:
•Escritura(Mt.21:42);
•Sagrada(Rm.1:2);
•Livro(Is.34:16);
•Palavra (Mc.7:13; Hb.4:12);
•Oráculo (Rm.3:2);

O LIVRO: A Bíblia é um livro singular, produzido no oriente antigo, que molda o ocidental moderno. E o livro mais traduzido, citado, publicado e influente na humanidade, amargo para se viver e doce para se pregar(Ap.10:8-11).

Bíblia(grego”Biblos”) - Livro. Esta palavra entrou para as línguas modernas pelo francês. Antes, era o nome que se dava à casca de um papiro do século Xl a.C. Por volta do século II d.C., os cristãos usavam a palavra para os escritos sagrados.

COMO LER: (Nome do Livro: NºCapítulo: Nº Verso inicial – Verso final). Ex: João 3:16-17
                  João              3          :      16            _      17
DIVISÃO:
* Em capítulos:1250 DC por Hugo Saint Cher
* Em versículos: (AT),em 1445 pelo Rabi Nathan e o (NT), em 1551, pelo  Pr. Robert Stevens.

PROPÓSITOS (Ler para  que?): 
* Dar respostas (1 Pe.3:15)
* Aprovar (2 Tm.2:15)
* Produzir fé(Is.34:16)
* Iluminar (Sl.119:130)

IMPORTÂNCIA (Por que ler?):
* Manual (1Pe.2.9;Ef.2:10)
* Alimento(Mt.4:4:Jr.15:16)
* Espírito Santo usa (Ef.6:17)
* Ela  enriquece (SI.119:72).

MANEIRAS (Como Ler?):
* Com Deus(Tg.1:5)
* Diária (Dt.17:19)
* Vontade (Tg.1:21)
* Oração (SI.119:12; Dn.9:21)
* Toda (2 Tm.3:16)

ÚNICA EM COERÊNCIA:
a) Escrita durante um período de mais de 1.500 anos;
b) Escrita durante mais de 40 gerações;
c) Escrita por mais de 40 autores de diferentes atividades;
- Moisés – líder político
- Pedro – Pescador
- Amós – Boiadeiro
- Josué – General
- Neemias – Copeiro
- Daniel – 1. ministro;
- Lucas – Médico
- Salomão – Rei
- Mateus – Coletor de Impostos
- Paulo – Rabino
d) Escrita em diferentes condições
- Davi em guerra e Salomão em paz
e) Escrita em diferentes lugares
- Moisés – no deserto
- Jeremias – na masmorra
- Daniel – na colina e em palácios
- Paulo – na prisão
- Lucas – numa viagem
- João – numa ilha (Patmos)
- Outros em companhias militares...
f) Escrita em diferentes circunstâncias
- Uns na alegria e outros no desespero e na dor;
g) Escrita em três continentes
- Ásia, África e Europa
h) Escrita em três idiomas
- Hebraico (Antigo testamento) ou Judaica (2 Rs.18:26-28) ou língua de Canaã (Is.19:18)
- Aramaico – Língua do Oriente Próximo, época de Alexandre o grande, de VI a.C. a IV a.C.
- Grego – (Novo Testamento) – Língua Internacional, na época de Cristo;


ÚNICA EM CIRCULAÇÃO E TRADUÇÃO:
Não existe outro livro que se iguale em tradução ou circulação: Milhões de exemplares em mais de 240 línguas e dialetos, 739 idiomas, 1.280 línguas com mais de 3.000 tradutores.

ÚNICA EM SOBREVIVÊNCIA:
- Aos Tempos – Desde manuscritos a impressos modernos;
- Às Perseguições – Queima, proibição, ilegalidade
- Às críticas de Incrédulos;

ÚNICA NOS ENSINOS:
Profecia futura sobre o messias; História de Israel (5 Séculos);
Pessoas descritas – Não oculta os pecados e falhas do povo;

ÚNICA EM INFLUÊNCIA SOBRE A LITERATURA:
- Inspira dicionários, enciclopédias, léxicos, atlas e geografia bíblicos;

 PREPARO DAS ESCRITURAS ANTIGAS:
MATERIAIS:
- Papiro;
- Pergaminho
- Velino (couro de filhotes de cabras)
- Ástraco (Cerâmica do Egito)
- Pedras – Argila e Cera

INSTRUMENTOS:
- CINZEL – De ferro para entalhar pedras;
- ESTILETE DE METAL
- PENA – Tinta (carvão, cola e água).

FORMAS:
- ROLOS – Os discípulos não quiseram fazer o Novo Testamento; liam o AT e apenas escreviam para necessidade dos cristãos.

NOMENCLATURA NOS ORIGINAIS HEBRÁICO (ESCRITURA) NO ANTIGO TESTAMENTO:
* btkm miktab - escritura, algo escrito à mão (Ex.32:16);
* btk kathab – escrito real; refere-se à autoridade divina (Dn.10:21);

13. NOMENCLATURA NOS ORIGINAIS GREGO (ESCRITURA) NO NOVO TESTAMENTO:
* grafh graphe - escritura, denota o livro em si como o seu conteúdo; como certa porção ou seção da Sagrada Escritura (Mc.12:10);

14. A BÍBLIA CATÓLICA X EVANGÉLICA:
A igreja católica considera a Bíblia “protestante” como uma Bíblia Católica Incompleta, pois os “protestantes” como ela diz, não aceitam  os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, 1. e 2. Macabeus, bem como os capítulos 10 a 16 de Ester e os capítulos 3,13 e 14 do livro de Daniel, pois julgam que estas partes não são canônicas ou inspiradas por Deus.
A igreja católica não afirma a verdade quando fala que somente sua Bíblia traz no pé de cada página notas explicativas para os fiéis compreenderem a Bíblia, principalmente quando não afirmam a verdade dizendo que a Bíblia protestante não traz nenhuma nota ou nenhuma explicação, fato inverídico, pois há muitas bíblias de estudo não-católicas, de qualidade.
A igreja católica, num marketing pessoal indica sua bíblia com a palavra latina Imprimatur, como a garantia absoluta da palavra de um bispo fosse algo infalível; na verdade, não se pode dizer que a bíblia que não tiver esta palavra não seja fiel aos originais hebraico e grego, afinal, isso não passa de um marketing de venda das editoras católicas.
A igreja católica é contra o fato de que os “protestantes” afirmam que a Bíblia é a autêntica Palavra de Deus, pois dizem que os protestantes não têm nenhuma ligação com a igreja dos apóstolos, pois nasceram 1.500 anos depois e dizem que o que os protestantes aprenderam foi pela autoridade e tradição da Igreja católica.
Mas esquecem de que é Jesus quem abre a mente das pessoas para entenderem a Palavra de Deus e que toda a Bíblia Sagrada é inspirada por Deus e que o espírito santo foi enviado para ensinar as pessoas e não a placas de igrejas  (Lc. 24:45; 2 Tm.3:16; Jo.15:26).

TRADIÇÃO: São informações, costumes, crenças e práticas religiosas transmitidas oralmente de Geração a geração.
Os fariseus davam mais valor às tradições do que à Lei (Mt.15:1-20).
São as Crenças e práticas religiosas das pessoas em geral, isto é, dos não-judeus, mas também são as verdades ensinadas pelo apóstolo Paulo em todas as suas epístolas e isso não pode contradizer.